Suicídio: uma questão de vida

Suicídio: uma questão de vida

Em nome da prevenção, ciência busca compreender e problematizar as causas e enfermidades ligadas ao suicídio

Há alguns meses, a psicóloga Vivian Zicker realizou palestra sobre prevenção do suicídio na rodoviária de Belo Horizonte, em evento promovido pelo Centro de Valorização da Vida (CVV). Mesmo desconfiadas, as pessoas que por ali passavam aceitaram o convite. Ao final da apresentação, uma senhora pediu a palavra e disse que estava ali porque visitaria a cidade natal, onde o irmão se matara. “Graças à palestra, ela nos contou ter evitado culpar a cunhada pela morte do irmão. Não existem culpados, afinal. O trabalho de prevenção ao suicídio é assim: lento, cuidadoso, mas muito gratificante”, conta Zicker, para quem é preciso trabalhar com a família o fato de que “aquilo” não foi uma escolha. Além disso, ninguém é responsável pelas ações do outro e não existe um “porquê” capaz de deixar tudo claro.

Diagnosticar e tratar doenças psiquiátricas é a principal medida para evitar suicídios. Estudos realizados a partir da chamada “autópsia psicológica”, que consiste na investigação de possíveis motivações, a partir de conversas com familiares das vítimas, por exemplo, revelam que mais de 90% dos casos estão ligados a problemas mentais. “Na maioria das vezes, depressão, transtorno bipolar e dependência química”, cita Neury José Botega, professor de Psicologia Médica e Psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

A depressão é a doença mais associada ao suicídio, embora as estatísticas mostrem que o percentual de pacientes depressivos que se matarão não passa de 5%. Como a incidência na população – de, aproximadamente, 10% – é maior do que as outras doenças, ela se destaca em termos numéricos. No caso do transtorno bipolar, o risco é alarmante: metade dos diagnosticados tenta o suicídio e 20% morrem. Entretanto, como apenas 1,5% das pessoas são bipolares, os números chamam menos atenção.

“É preciso rompermos o tabu em relação às doenças mentais e à necessidade de procurar ajuda profissional”, afirma Neury, ao ressaltar, ainda, a importância do reconhecimento da depressão como doença a ser encarada com seriedade. “Ela é diferente da tristeza ocasional, que podemos sentir em momentos difíceis. A depressão tem determinantes bioquímicos e fatores hereditários, que contribuem em sua etiologia. A doença pode acometer qualquer pessoa, independentemente de sexo, idade, personalidade, posição social”, explica.

Quando o pior acontece, aqueles que ficam, também chamados pelos especialistas de “sobreviventes”, costumam ser tomados por sentimentos de vergonha, raiva ou culpa, por lamentarem não ter feito algo. “O suicídio afeta, de forma duradoura, de cinco a seis pessoas, em média. Em geral, o luto é muito mais complicado do que a dor relacionada a outras causas de morte. Por isso, as pessoas próximas têm maior risco de desenvolver depressão”, alerta o psiquiatra Humberto Corrêa da Silva Filho, vice-presidente da Associação Latinoamericana de Suicidologia (Asulac) e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Ao todo, são cerca de cinco milhões de pessoas que precisam reconstruir suas vidas após perder um ente querido. O jornalista Fernando Moreira, 33, tinha 17 quando o pai se matou. No ano passado, o tio fez o mesmo. A nova perda motivou-o a se manifestar publicamente sobre o assunto, pela primeira vez: “Meu tio, irmão do meu pai, decidiu, depois de anos de depressão, deixar de viver. Deixar um mundo que não compreendia. Decisão semelhante à do meu pai. Eu os entendo e não coloco sobre isso um peso maior do que já existe”, desabafou.

Fernando conta que, após a morte do pai, ficou chocado, depois triste, para, em seguida, ser tomado pela raiva. “Relutei em fazer terapia e segui firme até uns 30 anos, sem jamais tocar no tema, ou revelar a alguém”. O sofrimento carregado em silêncio por todos esses anos, contudo, explodiu. O jornalista teve séria depressão e precisou tomar remédios para se recuperar. “Acredito que essa tendência tenha forte característica genética, ativada, apenas, por fatos sociais relevantes na vida de um indivíduo. O modo como somos criados faz diferença na maneira como agiremos, mas estou aqui para provar que a vontade de ir além também muda tudo”, garante.

Problema universal

Os especialistas têm se preocupado com o crescimento dos índices de suicídio entre os jovens. Na faixa etária dos 15 aos 29 anos, o ato representa 8,5% das causas de morte em todo o mundo – atrás, apenas, dos acidentes de trânsito. No Brasil, o suicídio corresponde a 3% do total de óbitos entre jovens e adultos jovens do sexo masculino, dentre os quais o aumento dos casos chama a atenção, segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria.

Não se trata de caso isolado. Nos Estados Unidos, por exemplo, a taxa de suicídio, dos 15 aos 24 anos, passou de 9,6 mortes por 100 mil habitantes, em 2007, para 11,1 em 2013. Anualmente, 1,1 mil universitários se suicidam, alerta a Active Minds (www.activeminds.org), que promove a conscientização dos estudantes sobre questões de saúde mental. Desde 2008, a ONG realiza a exposição itinerante “Send Silence Packing”, que já percorreu 70 cidades dos EUA. Os organizadores escolhem um campus, onde espalham mais de mil mochilas, em alusão ao número de vítimas, com o objetivo de sensibilizar as pessoas sobre a necessidade de salvar filhos, irmãos ou amigos. As bolsas são doadas por familiares de alunos que deram fim à própria vida. A iniciativa tem colhido bons resultados: muitas pessoas que viram a exposição relataram ter procurado ajuda para si ou para conhecidos em situação de vulnerabilidade.

Se os jovens são alvo de atenção, na outra ponta estão os idosos. Pesquisadores do Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli (Claves/ENSP) desenvolveram investigação descritiva da mortalidade por suicídio em pessoas com 60 anos ou mais nos municípios brasileiros, no período de 1996 a 2007. Nesse intervalo, do total de 91.009 óbitos, 12.913 (14,2%) eram de pessoas mais velhas. Além disso, o isolamento social parece ser a causa mortis mais frequente.

Não por acaso, canais de atendimento, como o telefone do Centro de Valorização da Vida (141), são mais procurados em datas simbólicas: “Dia das Mães”, “Dia dos Pais”, Natal e Ano Novo. Tais ocasiões são aquelas em que as pessoas em situação de risco se sentem mais sozinhas. A forma de prevenção indicada pelo psiquiatra Neury Botega pode ser tomada como universal, na velhice e na juventude: “É preciso manter a dignidade dos indivíduos, com um lugar de respeito e de pertencimento no grupo familiar”.

Em relação ao gênero, os homens morrem de três a quatro vezes mais do que as mulheres, embora as tentativas entre elas sejam de três a quatro vezes maiores. Uma explicação provável para essa aparente incoerência é que eles costumam procurar instrumentos mais agressivos, portanto, mais letais, enquanto elas recorrem, predominantemente, a meios químicos. “Entre as mulheres, a maternidade seria um fator protetor. Socialmente, elas também são mais permitidas a ‘reclamar’ e a pedir ajuda”, observa o professor da Unicamp.

Restringir o acesso a instrumentos potencialmente perigosos é uma medida determinante para evitar mortes precoces, uma vez que as pessoas tendem a usar métodos de mais fácil alcance. Também é fundamental dar importância a comportamentos que podem parecer corriqueiros, mas devem ser interpretados como sinais emitidos por pessoas prestes a cometer o suicídio. Elas costumam dizer que estão cansadas da vida, que querem sumir. Algumas chegam a reclamar um minuto de atenção – um pedido de socorro que precisa ser atendido naquele exato momento. Caso contrário, pode ser tarde.

A família é outro importante ponto de apoio. Afinal, qualquer alteração no comportamento pode ser um sinal de alerta. Se o indivíduo ficar mais recluso, mais nervoso ou mais eufórico, se engordar ou emagrecer rapidamente, se adquirir algum tipo de compulsão ou revelar atitudes consideradas fora do padrão, deve ser observado. A psicóloga Vivian Zicker explica, porém, que tais comportamentos não indicam que a pessoa irá se matar. Apesar disso, a especialista defende a necessidade de atendimento adequado, para que haja chance de tratar a origem do(s) problema(s). “Antes de tudo, é importante fazer uma boa escuta do paciente, para diferenciar tristeza de depressão. Além disso, o único profissional a receitar antidepressivo é o psiquiatra”, destaca.

Falta de estrutura

O suicídio é a principal causa de morte violenta no mundo, com 11,4 óbitos para cada 100 mil habitantes. Com base em tal parâmetro, a média brasileira apresenta-se como relativamente baixa, com 5,8 mortes em 100 mil pessoas. No entanto, como o País é muito populoso, ocupa o 8º lugar na lista de ocorrências, em números absolutos. Dentre os 172 países que enviam notificações à Organização Mundial de Saúde, o Brasil figura entre os 29 que não conseguiram reduzir as mortes autoprovocadas, no período de 2000 a 2012.

Apenas em 2012, o número total de registros chegou a 11,8 mil, o equivalente a 32 mortes diárias, mesmo patamar dos falecimentos decorrentes do HIV. As dimensões do problema, contudo, podem ser muito maiores. “Não conhecemos a taxa exata de mortalidade por suicídio no Brasil, pois não acredito nos dados do SUS [Sistema Único de Saúde]”, critica Humberto Corrêa, da UFMG, ao lembrar que a notificação só passou a ser obrigatória, no País, em 2014. A própria estratégia nacional de prevenção do suicídio, bastante recente, remonta a 2006. Ele destaca que, para cada suicídio consumado, são feitas, em média, outras 10 tentativas, acompanhadas, por vezes, de graves sequelas. Pessoas que já tentaram o suicídio revelam-se o principal grupo de risco de morte consumada, pois 50% serão reincidentes. “O estado deve garantir que essas pessoas tenham acompanhamento, o que, infelizmente, está longe de ocorrer”, frisa.

O Ministério da Saúde afirma que tem buscado qualificar a notificação dos casos de tentativa de suicídio, conforme a Portaria 1.271/2014, a fim de melhorar a prevenção.

Segundo a pasta, a publicação das Diretrizes Nacionais de Prevenção do Suicídio (Portaria 1.876/2006) e o manual dirigido aos profissionais das equipes de saúde mental, com ênfase nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPs), são ações ligadas à Estratégia Nacional de Prevenção do Suicídio. As iniciativas buscam reduzir as taxas de suicídios e de tentativas, além de minorar os danos associados aos sujeitos envolvidos e ampliar a rede de suporte social e comunitária.

A rede pública oferece acompanhamento psicológico e psicoterápico aos pacientes, o que inclui terapia ocupacional e assistência hospitalar. Atualmente, o País conta com 2.241 CAPs em funcionamento. O objetivo é oferecer atendimento próximo da família, além de assistência médica especializada e cuidado terapêutico conforme o quadro de saúde. Para agravos como a depressão, o SUS oferece medicamentos capazes de auxiliar o tratamento dos pacientes – como Amitriptilina, Clomipramina, Fluoxetina e Nortriptilina. Quando recomendados pelo médico, os fármacos podem ser retirados gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde ou nos demais locais designados pelas secretarias de saúde dos municípios.

“As emergências psiquiátricas são outro ponto frágil na rede pública de saúde mental”, aponta Neury Botega, da Unicamp. Segundo o professor, os leitos para internações dos casos graves são insuficientes. As assistências básica e ambulatorial também deixam a desejar. “Há falta de ambulatórios que possam prover bom nível de atendimento psiquiátrico, com tratamentos farmacológicos e psicoterapêuticos”, diz, ao destacar que há falhas, ainda, nos centros de atenção psicossocial. “Os CAPs foram idealizados para tratamento e reabilitação de problemas mentais como psicoses e dependência química. No entanto, mal conseguem dar conta da demanda, estão sempre superlotados e falta capacitação técnica. O atendimento a uma pessoa em crise suicida, que não esteja psicótica ou fortemente agitada, corre o risco de não acontecer”, alerta.

Existe, ainda, o problema do despreparo das próprias equipes de saúde. De acordo com Vivian Zicker, as vítimas que sobrevivem e são atendidas nos serviços de emergência passam por um duplo sofrimento: as dores existencial e moral da tentativa da morte e o flagelo da agonia física. “Esse paciente é como qualquer outro. Ele está doente e precisa de assistência e cuidado, para que seus estados físico e mental não se tornem ainda piores. Os profissionais de saúde precisam ser treinados para esse tipo de acolhimento desde a graduação”, orienta a psicóloga.

O Ministério da Saúde afirma que já treinou mais de 2 mil profissionais de saúde, a maioria com atuação nos CAPs, por meio do curso de educação a distância “Atenção à crise em saúde”, que aborda tanto os temas do suicídio e da depressão. A capacitação é feita em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

A grama do vizinho

Estados de melancolia sempre existiram ao longo da história, mas, no mundo contemporâneo, ganham destaque especial, pois se inserem no contexto da ditadura da felicidade. Aquela história de que a grama do vizinho é sempre mais verde parece onipresente – e, para além da grama, comparam-se, também, as viagens, a casa, os filhos… a vida, enfim. Para Vivian Zicker, apesar de a felicidade ser diferente para cada um, um movimento interno faz com que as pessoas sintam a necessidade de parecerem contentes. “O importante é que a busca de cada um faça sentido. Se as aspirações mudam de forma muito frequente, se há constante instabilidade, é preciso observar, mas é comum os nossos valores mudarem ao longo da vida, segundo as circunstâncias. A flexibilidade para lidar com as coisas da existência é um relevante indicador da saúde mental”, explica.

Para a filósofa Flávia Resende, o homem é o único ser com consciência de sua morte. Daí a dor de existir e sua sina “prometeica” – em referência à figura de Prometeu, o Deus da mitologia grega que representa “aquele que vê antes”. Nenhum outro ser vivo antevê o próprio fim. Por isso, não sofre, não pergunta o porquê de existir e vive o eterno agora. “Entretanto, se a consciência de que somos finitos nos angustia e nos consome, a ponto de, muitas vezes, nos encontrarmos perdidos, fazendo-nos desistir da própria vida, é nesta mesma fragilidade que o homem, essencialmente, nasce. Ao perguntar-se sobre a morte, o sujeito torna-se humano, diferenciando-se dos outros seres”, reflete.

Apenas o ser humano questiona o sentido da vida. Dessa forma, os indivíduos são convidados, por meio do exercício da autorreflexão, a pensar sobre as coisas que os fazem realmente felizes. Flávia aponta o questionamento como um caminho possível à busca da felicidade: “Sou feliz no meu emprego? Desejo me casar para agradar a mim mesmo ou isto é uma demanda do outro? Preciso comprar tudo o que me é oferecido? Por que sofro? Como sofro? Como aceitar minhas limitações? Quais as minhas verdadeiras possibilidades?”. Tais perguntas fazem com que as pessoas pensem. E o pensamento pode transformar ou modificar o rumo da vida. “E nos dar sentido. Às vezes, precisamos da ajuda de um amigo, dos livros, da religião, da arte, ou – por quê, não? – de um médico ou de um psicólogo”, sugere.

Terminar agora?

Um último pensamento passou pela cabeça do escritor e crítico de cinema Pablo Villaça, hoje com 41 anos, quando ele estava prestes a perder a consciência, ao tentar se matar. “Imaginei meus filhos recebendo a notícia de que o papai havia morrido”. Eis o impulso necessário para que voltasse a ficar de pé, antes de um desmaio. Quase um ano depois, ele publicou um depoimento sobre o episódio e seu histórico de depressão desde os 15 anos de idade, em sua página no Facebook: “O suicídio será – e busco sempre me lembrar disso – uma decisão permanente para um problema temporário”. No relato, Pablo enumera uma série de experiências que não viveria: lindos momentos com os filhos, alegres encontros com amigos ou viagens à Suécia e a Cannes.

Nas redes sociais, jovens de várias partes do mundo exibem tatuagens em forma de ponto e vírgula: o sinal representa uma pausa, quando a frase – ou a vida, no caso – poderia ter sido interrompida. A iniciativa acabou se transformando em um projeto de prevenção ao suicídio, criado em 2013. Trata-se do Project Semicolon, cujo lema, na tradução ao português, é “sua história ainda não acabou”. Sem fins lucrativos, o movimento não presta atendimento profissional, mas se propõe a servir de inspiração e de motivação a pessoas que lutam contra problemas como depressão, vício em drogas e autoflagelação.

No Brasil, o Centro de Valorização da Vida (CVV), única organização de prevenção ao suicídio reconhecida pelo Ministério da Saúde, oferece o Programa de Apoio Emocional. Cerca de 3 mil voluntários em todo o País atendem por telefone, chat, e-mail, VoIP, correspondência ou pessoalmente, nas unidades do CVV. Em Belo Horizonte, o centro funciona em sede própria, numa casa verde esperança, na esquina das ruas Desembargador Barcelos e Genebra, no bairro Nova Suíça. Qualquer pessoa que tocar a campainha em busca de ajuda será convidada a entrar em um cômodo com cadeiras dispostas frente a frente, com uma caixa de lenços na mesinha de centro e uma parede pintada com paisagem reconfortante.

“Somos um pronto-socorro emocional”, resume Ordália Mendes Soares, 69, voluntária há quase 20 anos. “Ouvimos a pessoa com sigilo e respeito. A partir do momento em que a pessoa fala, ela se ouve e percebe que tem uma saída”, conta. Em 2015, até o mês de julho, o CVV realizou 67 atendimentos presenciais na capital mineira. É pouco, ante os quase 1,5 mil telefonemas e as 4.857 ligações de retorno no mesmo período. Também foram registradas 422 ocorrências de pessoas que ficam mudas do outro lado da linha. O atendente, neste caso, também não fala, mas aguarda até que o usuário desligue. “A pessoa que liga não está pedindo conselho”, explica Ordália. O importante, ela diz, é mostrar que quem precisa de ajuda não está sozinho naquele momento.

Apoio nunca é demais!

Confira instituições, livros e um filme que podem auxiliar a quem sofre sozinho.

Para procurar

Centro de Valorização da Vida
Rede Brasileira de Prevenção do Suicídio
Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos
Apoio a Perdas Irreparáveis
Pravida – Projeto de Apoio à Vida

Para ver

Elena, filme nacional com direção de Petra Costa (2012)

Para ler

Crise suicida – Avaliação e manejo, de Neury J. Botega (Artmed Editora)
Suicídio e sua prevenção, de José Manoel O. Bertolote (Editora Unesp)
Suicídio, o futuro interrompido – Guia para sobreviventes, de Paula Fontanelle (Geração Editorial)
Viver é a melhor opção, de André Trigueiro (Editora Correio Fraterno)
Fonte: Alessandra Ribeiro e Vivian Teixeira, MINAS FAZ CIÊNCIA • SET/OUT/NOV 2015.